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Maior fundo de pensão do País investe em ações de empresas estrangeiras

Previ não espera mais elevação expressiva dos juros no Brasil e busca alternativas rentáveis no exterior

Agência Estado,

16 de abril de 2013 | 17h42

SÃO PAULO - O fundo de pensões do Banco do Brasil (Previ), o maior do Brasil, planeja investir R$ 300 milhões (US$ 150,7 milhões) em ações de empresas estrangeiras neste ano.

Segundo o diretor de investimentos da Previ, Renê Sanda, outros fundos poderão fazer o mesmo. Segundo ele, a Previ tem um total de R$ 160 bilhões investidos em ações e investimentos de renda fixa. 60% desse valor está em ações.

A decisão de comprar ações no exterior foi tomada depois de conversas com o Petros, o fundo de pensão da Petrobrás, o Funcef, fundo de pensão da Caixa Econômica Federal e o Valia, da Vale. Todos eles concordaram sobre a necessidade de investir no exterior, afirmou Sanda.

Os economistas esperam que o Brasil elevará a taxa de juros a partir de uma mínima recorde de 7,25% ao ano, provavelmente nesta semana. Mesmo assim, os investidores afirmaram que as elevadas taxas de juros do Brasil, que ajudaram a impulsionar a lucratividade do fundo de pensão no ano passado, não deverão ser vistas novamente, forçando os fundos a buscarem outras formas de investimentos com retornos mais altos.

A Previ está buscando investir em companhias com grande valor de mercado, bons pagamentos de dividendos e que operam em uma das 10 maiores economias do mundo, afirmou Sanda. As informações são da Dow Jones

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