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Mais um ano de prejuízo para bancos japoneses

Os bancos japoneses registraram grandes prejuízos no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2003, porém afirmam que, após três anos consecutivos de resultados negativos, o pior já passou. Os "empréstimos podres" e a queda dos preços das ações em meio ao declínio econômico do Japão continuaram afetando os resultados finais dos bancos. Como um grupo, o setor efetuou baixa contábil de aproximadamente US$ 43 bilhões de "empréstimos podres" e registrou cerca de US$ 40 bilhões em prejuízos líquidos. O Mizuho Financial Group Inc., maior banco mundial por ativos, teve um prejuízo líquido de 2,38 trilhões de ienes (US$ 20,3 bilhões) no ano fiscal até março de 2003, o maior da história corporativa do Japão. A receita do grupo Mizuho somou 3,4 trilhões de ienes (US$ 29,1 bilhões). O UFJ Holdings Inc., um dos quatro maiores bancos do país, reduziu seu prejuízo líquido para 609 bilhões de ienes (US$ 5,2 bilhões), em relação ao prejuízo de 1,2 trilhão de ienes em igual período de 2002. A receita do UFJ caiu para 2,4 trilhões de ienes (US$ 20,5 bilhões) no ano fiscal, de 3,0 trilhões de ienes em 2002. O Sumitomo Mitsui Financial Group Inc., criado em dezembro como empresa holding do Sumitomo Mitsui Banking Corp., teve um prejuízo líquido de 465,3 bilhões de ienes (US$ 4 bilhões) no período, sobre receita de 3,5 trilhões de ienes (US$ 30 bilhões). Já o Shinsei Bank informou que o seu lucro líquido no ano fiscal caiu 13% para 53,0 bilhões de ienes (US$ 453,6 milhões), em relação aos 61,2 bilhões de ienes em 2002. A receita declinou 15% para 201,1 bilhões de ienes (US$ 1,7 bilhão), de 236 bilhões de ienes em 2002. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

26 de maio de 2003 | 13h48

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