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Malan diz que sugestão de Soros é desnecessária

O ministro da Fazenda, Pedro Malan, descartou a proposta feita pelo megainvestidor George Soros, de apoio dos quatro maiores bancos centrais do mundo ao Brasil, para reduzir as taxas de juros da dívida brasileira. "Isso não é necessário. Não precisamos de apoio para reestruturar ou renegociar a dívida", disse Malan, alegando que Soros não havia feito exatamente uma proposta. "Acho que foi mais uma conversa", completou. O ministro comentou que talvez Soros estivesse pensando em algo parecido ao que ocorreu em 1998, quando 20 bancos centrais colocaram à disposição do Brasil recursos. "Foi uma expressão de confiança", disse Malan, comentando que o recente apoio do FMI ao Brasil também foi uma demonstração de confiança, já que a instituição reduziu o piso das reservas internacionais de US$ 20 bi para US$ 15 bi. "O Brasil tem apoio e confiança internacionais. Não precisamos de apoio logístico ou o que quer que seja", disse, referindo-se à idéia de Soros.

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