CHARLES SHOLL/FUTURA PRESS
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Manifestantes protestam em capitais do País contra reforma da Previdência e terceirização

Ato é organizado por centrais sindicais e movimentos sociais; grupo se une na praça da República (SP) a professores da rede estadual

Renata Okumura e Fábio Grellet, O Estado de S.Paulo

31 de março de 2017 | 16h43
Atualizado 31 de março de 2017 | 20h49

SÃO PAULO – Manifestantes protestam nesta sexta-feira na região central de São Paulo, contra as reformas da Previdência e trabalhista.  O ato, promovido por centrais sindicais, partidos políticos e órgãos representativos de categorias profissionais, ocorre simultaneamente em outras capitais do País.

A concentração teve início à tarde no Museu de Arte de São Paulo (Masp), e o grupo seguiu em passeata em direção à Praça da República, no centro da cidade, onde se reuniu por volta das 19h com professores da rede estadual, que mais cedo protestaram em frente à Prefeitura de São Paulo.

Pela manhã, também aconteceram diversos protestos em cidades brasileiras contra as reformas da Previdência e trabalhistas. As centrais sindicais estão convocando trabalhadores de diversos setores a se unirem em greve geral prevista para o dia 28 de abril.

Em 15 de março, as centrais sindicais organizaram uma greve em São Paulo, que também paralisou o funcionamento do transporte público da cidade.

Rio. Milhares de manifestantes participam, na noite desta sexta-feira, de um protesto realizado no centro do Rio de Janeiro contra a reforma da Previdência defendida pelo presidente Michel Temer (PMDB). 

No Rio, os manifestantes se reuniram a partir das 16h30 nas imediações da igreja da Candelária e por volta das 18h seguiram em caminhada pela avenida Rio Branco até a Cinelândia. Por meio de faixas, cartazes e discursos, o grupo fez duras críticas a Temer, frequentemente chamado de "chefe da quadrilha", e seus aliados.

"Na terça-feira o Temer vai ser tirado da presidência", previu, em discurso, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ), referindo-se ao julgamento da denúncia contra a chapa Dilma Rousseff-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A Polícia Militar acompanha o ato, que seguia pacífico até as 18h45.

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