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Manifestantes rompem barreiras no Rio e são reprimidos

Manifestantes que protestam contra o leilão da área de Libra, na Barra da Tijuca, conseguiram romper a barreira que separava o ato do Hotel Windsor. Eles derrubaram gradis e avançaram na direção do hotel. A Força Nacional de Segurança revidou com bombas de efeito moral e spray de pimenta.

ANTONIO PITA E ADRIANO BARCELOS, Agencia Estado

21 de outubro de 2013 | 11h13

Os moradores dos prédios próximos ao hotel aplaudiram os manifestantes, em sinal de apoio. Os ativistas quebraram tapumes de madeira e alumínio para usarem como escudo. A tropa avançou pela orla. Há pelos menos dois manifestantes feridos com estilhaços. Um deles, atingido na cabeça, foi socorrido numa ambulância.

A confusão começou com manifestante de perna de pau, que colocou o pé do outro lado do gradil, como provocação. Integrantes da Força Nacional ordenaram que ele recuasse, mas ele resistiu e foi atingido por jatos de spray de pimenta. Em outro ponto da grade, os manifestantes com bandeira de mastros longos avançaram até que o gradil caiu e houve a reação da Força. As bombas de gás lacrimogêneo assustaram banhistas, que correram do local.

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