Manifesto da moda

Manifesto da moda

Prioridade é reduzir custos; varejo lidera mercado virtual; moda valoriza a cultura; gigantes e estilistas associam marcas; estilo nas redes sociais; novos cursos de formação profissional

O Estado de S.Paulo

30 de outubro de 2014 | 02h11

A cadeia da indústria de vestuário, que inclui desde a produção de tecidos até confecções e produção de moda, tem potencial para se desenvolver e ocupar mais espaço no mercado global, mas para isso precisa superar obstáculos como custos elevados decorrentes do excesso de impostos e regulamentação trabalhista.

A falta de capacidade de competição diante dos importados legais e ilegais provocou o fechamento de 14 mil empregos formais na indústria têxtil no ano passado, segundo dados oficiais do Ministério do Trabalho.

Para debater as alternativas de estímulo ao setor, o Grupo Estado promoveu, em parceria com a Federação do Comércio de São Paulo, o Fórum Negócios da Moda, com o apoio da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Associação Brasileira de Estilistas e Senac.

O tom do debate foi de cobrança de medidas por parte da nova gestão do governo Dilma Rousseff para estimular a produção, mas os debatedores trataram também de inovação, novos modelos de negócios e tendências da indústria e da moda. Mais de 500 empresários, profissionais e estudantes acompanharam o evento. Este caderno especial traz os principais pontos dos debates e reportagens especiais sobre este setor responsável por 8 milhões de empregos diretos e indiretos.

 

Especial. Negócios da Moda

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