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Mantega acena com outras medidas na frente ambiental

Ministro diz que extensão do estímulo não tem caráter eleitoral e que tema foi destaque na reunião do G-20

Renata Veríssimo, Adriana Fernandes e Leonardo Goy, da Agência Estado,

29 de outubro de 2009 | 14h23

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou, nesta quinta-feira, 29, que tenha caráter eleitoral a decisão do governo de vincular a renovação parcial do IPI para produtos da linha branca à capacidade deles de economizar energia e preservar o meio ambiente.

 

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Mantega afirmou que o governo quer orientar a indústria nessa direção. E avisou: "Não se assustem se, no futuro, adotarmos outras medidas tributárias, não no IPI, vinculadas a compromissos ambientais."

 

Ao negar caráter eleitoral às medidas, Mantega respondia a uma pergunta sobre a possibilidade de a exigência de selo ambiental, em troca da redução do imposto, favorecer a pré-candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil).

 

"Qualquer medida será interpretada como eleitoral, mas eu, como ministro da Fazenda, tenho que pensar em crescimento e no bem-estar das pessoas", afirmou Mantega.

 

Ele disse que a questão ambiental é importante no Brasil e lembrou que foi esse um dos temas tratados na mais recente reunião do G-20. "Claro que esta medida não é definitiva, não é a grande medida para o Brasil", disse o ministro, referindo-se ao compromisso do País de adotar medidas de preservação ambiental.

 

Mantega fez a ressalva de que a vinculação do benefício da redução tributário ao desempenho de geladeiras e outros produtos na economia de energia não é a proposta que o Brasil levará, em dezembro, à reunião de Copenhague (Dinamarca) sobre meio ambiente e mudanças climáticas.

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