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Mantega: 'Dívida líquida em queda é a que interessa'

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, rebateu as críticas de que os aportes do Tesouro ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliaram a dívida bruta federal e disse que a redução desses repasses ocorre "independentemente das críticas". Segundo ele, a dívida bruta do governo federal está em 60% do Produto Interno Bruto (PIB) e, assim, "está sob controle e não vai aumentar".

GUSTAVO PORTO, Agencia Estado

14 de outubro de 2013 | 20h52

Mantega avaliou ainda que a "dívida líquida segue caindo e é a que interessa". Ele afirmou que "quando o BNDES começar a devolver os recursos, a dívida bruta também vai cair". "A tendência da dívida bruta brasileira é de estabilidade e redução", completou.

O ministro declarou ainda que a dívida líquida de Estados e municípios segue em queda. Nos Estados, a dívida líquida caiu de 17,5% para 9,9% do PIB entre 2002 e 2012 e, no mesmo período, o endividamento dos municípios recuou de 2,4% para 1,8% do PIB. "A situação dos Estados e municípios é sólida e continua sólida."

Mantega confirmou também que o novo indexador para a correção de dívidas de Estados e municípios será a taxa Selic mais 4%, e que as novas condições vão interessar aos entes federados que assinaram os contratos de renegociação depois do ano 2000, já que antes desse período a Selic era maior que o indexador previsto, o IGP-DI.

"Temos 180 municípios e os Estados de Alagoas e Rio Grande do Sul que vão se beneficiar", lembrou o ministro, negando que a medida tenha beneficiado apenas o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT). O ministro falou com a imprensa na noite desta segunda-feira, 14, na capital paulista.

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