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Mantega já fala em fim das medidas de estímulo para economia

Para o ministro da Fazenda, País está em franca recuperação e poderá 'andar com suas próprias pernas'

Adriana Fernandes e Leonardo Goy, da Agência Estado,

29 de outubro de 2009 | 12h52

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, avaliou que "daqui a pouco" a economia brasileira não precisará mais de estímulo do governo e poderá "andar com as próprias pernas". "Achamos que a economia já está em franca recuperação e, portanto, daqui a pouco, a economia já poderá andar com suas próprias pernas. Não precisará de estímulo do governo para vender mais, produzir mais", disse o ministro.

 

O governo, segundo ele, decidiu prorrogar por três meses a desoneração do IPI para eletrodomésticos da chamada linha branca para evitar queda na produção e nas vendas agora. Mas ele ponderou que a avaliação é que, já em janeiro, a reação da economia será definitiva. "Porque reação já há. O importante é que a roda da economia possa garantir que essas vendas sejam feitas mesmo com o IPI um pouco maior", disse.

 

Mantega disse que o programa de troca de geladeiras é complexo e, por isso, ainda não foi adotado. Mas ele garantiu que o governo não desistiu de fazer o programa. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, ressaltou que o governo não abandonou o projeto. "Continuamos fazendo os estudos", disse Lobão.

 

A presidente do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), Luiza Helena Trajano, confirmou que continua conversando com o governo sobre o programa de troca de geladeiras e disse que o principal problema está na logística de distribuição dos equipamentos.

 

Já há tempos em debate no governo, o programa de troca de geladeiras consiste em estimular a troca de equipamentos mais velhos e, portanto, que consomem mais energia, por refrigeradores mais novos e mais econômicos.

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