Mantega: não há metodologia fixada para alta da gasolina

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse nesta quarta-feira, 30, que "não há metodologia fixada", quando perguntado sobre o mecanismo de reajuste do preço dos combustíveis. Ele foi questionado sobre se a fórmula de correção teria impacto sobre a inflação. Essa foi a única declaração que Mantega fez sobre o tema na chegada ao Museu da República, onde acompanhará logo mais o evento de celebração dos dez anos do programa Bolsa Família. Indagada sobre o mesmo assunto, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, não falou sobre a nova fórmula de reajuste dos preços dos combustíveis ao chegar para o evento.

TÂNIA MONTEIRO, Agencia Estado

30 de outubro de 2013 | 11h40

Hoje a Petrobras emitiu fato relevante citando que "a metodologia contempla reajuste automático do preço do diesel e da gasolina em periodicidade a ser definida antes de sua implantação, baseado em variáveis como o preço de referência desses derivados no mercado internacional, taxa de câmbio e ponderação associada a origem do derivado vendido, se refinado no Brasil ou importado". O material da Petrobras cita, ainda, que "também está previsto mecanismo que impede o repasse da volatilidade dos preços internacionais ao consumidor doméstico" e que "A Petrobras reafirma que a metodologia foi aprovada pela Diretoria e apresentada ao Conselho de Administração, o qual solicitou estudos adicionais, ora em elaboração". Mantega é presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Miriam Belchior também integra o conselho.

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