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Mantega nega pressa em enviar proposta sobre poupança

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje "que não há pressa" para que o governo envie ao Congresso Nacional a proposta de tributação para cadernetas de poupança com depósitos a partir de R$ 50 mil. "O aumento do imposto de renda para aplicações de poupança acima de R$ 50 mil só entrará em vigor no próximo ano. Então, estamos tranquilos", disse.

RICARDO LEOPOLDO, Agencia Estado

14 de maio de 2009 | 12h51

A exemplo do que fez ontem, o ministro enfatizou que as reduções do Imposto de Renda (IR) para diversas aplicações financeiras, não apenas fundos de investimento, só devem ocorrer como contrapartida da redução da taxa básica de juros, a Selic. Segundo ele, a desoneração tributária poderá acontecer somente se a Selic cair para baixo de 10% ao ano. Atualmente, o juro básico no País está em 10,25% ao ano e a expectativa consensual do mercado é de que a Selic ficará abaixo desse nível já a partir da reunião de junho do Comitê de Política Monetária (Copom). A mais recente pesquisa Focus, divulgada pelo Banco Central na última segunda-feira (dia 11), mostra que os juros encerrarão 2009 à taxa de 9,25% ao ano.

Mantega ressaltou que a tributação sobre a poupança não é um fato automático, pois ela ocorrerá "se houver um fato muito positivo, como a queda da Selic". Ele destacou que a população entendeu que os ajustes anunciados ontem são relevantes pois permitirão "uma queda maior da taxa de juros, o que é bom para o País, gera mais emprego, mais investimento". "Todo mundo percebeu que foram preservados os rendimentos da poupança, que continuará sendo um dos melhores investimentos possíveis do País."

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