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Mantega pede fim de 'licença não automática' argentina

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje que o Brasil gostaria que a Argentina suspendesse a licença não automática para produtos exportados pelo Brasil para o país. Mantega destacou, entretanto, que apesar de ser uma medida que não agrada ao Brasil, a licença não automática representa apenas 6% da pauta de exportações. "94% dos produtos têm licença automática", disse Mantega.

FABIO GRANER, Agencia Estado

19 de agosto de 2009 | 19h45

Em relação ao imposto sobre bens pessoais criado pela Argentina e que é objeto de reclamação de empresários brasileiros, Mantega destacou que o tributo não foi aplicado sobre empresas brasileiras, embora sua existência não agrade o Brasil e represente um risco para as empresas do País. "Sempre que me encontro com as autoridades argentinas digo que esse imposto é prejudicial para os investimentos e que não gostaria que ele fosse aplicado", salientou Mantega, que brincou com o ministro argentino, Amado Boudou, de que ele iria anunciar uma boa notícia, que era a suspensão desse tributo, o que não ocorreu.

O ministro argentino afirmou que as autoridades dos dois países estão trabalhando para resolver as controvérsias, mas ressaltou que os resultados globais são satisfatórios. Em relação à possibilidade de criação de uma moeda comum no Mercosul, Mantega afirmou que essa é um projeto de longo prazo, mas que depende primeiro da harmonização de políticas econômicas, especialmente da política monetária. "Isso não está na agenda de curto prazo", afirmou. Seu colega argentino acrescentou que a integração monetária depende de uma maior integração da economia real dos dois países.

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