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Mantega quer meta de superávit em 4,25% por mais tempo

O ministro do Planejamento, Guido Mantega, discordou do presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, sobre a permanência do nível de superávit primário do setor público em 4,25% a partir de 2005. No encerramento do XV Fórum Nacional, Meirelles destacou que o superávit primário do setor público de 4,25% do PIB é sustentável para os próximos anos, não só para este ano e defendeu a permanência desse nível nas contas públicas futuras. Segundo Mantega, um superávit primário dessa magnitude é necessário este ano e no próximo, mas pode não ser mais necessário a partir de 2005. "Fizemos na proposta da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para os próximos três anos ressalvas para mecanismos anticíclicos, então pode ser que sim (que o superávit primário seja mantido em 4,25% nos próximos anos a partir de 2005) e pode ser que não. É prematuro discutir isso agora", afirmou. Para Mantega, "o importante é ter solidez fiscal e queda da relação dívida/PIB". De acordo com ele, "depois da queda de juros, fica desnecessário" um superávit primário nesse patamar. No encerramento do XV Fórum Nacional, Meirelles destacou que o superávit primário do setor público de 4,25% do PIB é sustentável para os próximos anos, não só para este ano.

Agencia Estado,

22 de maio de 2003 | 19h09

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