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Mantega: tributar capital na saída é mais complicado

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu hoje que medidas complementares e adicionais à tributação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre capital externo poderão ser adotadas pelo governo para conter a valorização do real ante o dólar. Mantega disse que está aberto a discutir sugestões e propostas e a pensar em medidas complementares e adicionais. Ele foi questionado sobre a proposta do presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, de tributação do capital externo na saída e não na entrada no País. Inicialmente Mantega disse que não poderia comentar a proposta, que ainda não teria recebido. Alegou que não tinha bola de cristal. Depois, destacou que o governo optou pela tributação do capital externo na entrada porque, na saída, a avaliação é de que seria mais complicado.

ADRIANA FERNANDES E LEONARDO GOY, Agencia Estado

21 de outubro de 2009 | 12h55

Quando questionado se o governo poderia recuar da medida, o ministro respondeu: "Acabamos de lançar a medida. Temos que observar sua repercussão que eu acredito que será positiva. Mas isso não impede que possamos pensar em medidas complementares e adicionais." O ministro também afirmou que aposta que as operações de ofertas iniciais públicas de ações (IPO, na sigla em inglês) e de abertura de capital vão continuar. O que vai diminuir, segundo ele, é o fluxo de capital de curto prazo para o País.

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