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Mão de obra desacelera alta dentro do INCC, diz FGV

O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou, ao passar de variação de 0,44% em fevereiro para 0,22% em março. O grupo Mão de Obra contribuiu para o resultado, ao desacelerar de 0,22% para 0,01% entre os dois períodos.

MÁRIO BRAGA, Agencia Estado

26 de março de 2014 | 09h13

De acordo com a FGV, os subgrupos técnico e especializado não apresentaram variação na passagem de fevereiro para março.

Já o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços recuou para 0,45% em março, após registrar alta de 0,68% em fevereiro. Dentro deste índice, o item relativo a Materiais e Equipamentos subiu 0,49% neste mês, ante 0,59% em fevereiro, enquanto o referente a Serviços teve elevação de 0,29% em março, ante 1,05% no mês anterior.

Entre as maiores influências de baixa do INCC-M de março estão aluguel de máquinas e equipamentos (de 0,26% para -0,15%); argamassa (de 1,49% para -0,17%); gesso (de 0,92% para -0,25%); massa corrida para madeira (de 1,24% para -0,39%); e placas cerâmicas para revestimento (de 0,97% para -0,03%).

Já entre as maiores influências de alta estão tubos e conexões de PVC (de 1,95% para 2,00%); vergalhões e arame de aço ao carbono (de -0,43% para 0,79%); ferragens para esquadrias (de 0,78% para 1,34%); esquadrias de alumínio (de 0,16 para 0,75%); e projetos (apesar da desaceleração de 0,89% para 0,39%). O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

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