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Marcas da prisão

Vídeo mostra ex-presidiárias cobrindo tatuagens feitas na prisão com novos desenhos; remoção permite reinserção social

O Estado de S.Paulo

26 de janeiro de 2015 | 02h03

As tatuagens mal-acabadas feitas por ex-presidiárias enquanto estavam cumprindo suas penas são substituídas por desenhos bonitos, tatuados por profissionais. Essa história é contada em um curto documentário feito pela agência Isobar da Polônia para divulgar o projeto "Freedom Tattoos", do centro de reabilitação polonês Pedagogium - The College of Social Sciences.

No vídeo, duas mulheres mostram tatuagens rudimentares feitas na prisão. Elas relatam como as marcas afetam sua autoestima e prejudicam a reinserção na sociedade e no mercado de trabalho.

Especialistas explicam que a remoção dessas imagens é muito difícil e a melhor solução para esconder as marcas é fazer novas tatuagens em cima delas. Uma das mulheres cobre com uma flor azul sua antiga tatuagem atrás do pescoço - letras mal desenhadas que formam a palavra "vendetta", "vingança", em italiano, feita oito anos atrás em um centro de detenção juvenil.

Após a substituição das tatuagens, as mulheres deixam de esconder parte do seu corpo. A remoção das marcas da prisão, dizem, permite uma reinserção na sociedade.

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