Marítima ainda espera "solução amigável" com a Petrobras

A Marítima Engenharia e Petróleo divulgou nota esta tarde dizendo que espera ainda chegar a uma solução amigável com a Petrobras no episódio que culminou com o pedido de prisão de dois diretores da estatal, Guilherme Estrella e Renato Duque. Os dois tiveram sua prisão decretada ontem pela Justiça do Rio por descumprimento de uma liminar favorável à empresa prestadora de serviços. "Infelizmente, a Petrobras preferiu ignorar as determinações judiciais exatamente por não atender às decisões destinadas a permitir a participação da Marítima em suas licitações - hoje promovidas tão somente mediante convites feitos a algumas poucas empresas, independentemente do valor das contratações", diz a nota. A Marítima pleiteia a participação nas licitações da empresa. Os diretores da Petrobras não foram encontrados pelo oficial de Justiça que daria a voz de prisão hoje pela manhã. A estatal já recebeu multas por não cumprir a determinação judicial de fazer suas concorrências sob os critérios da Lei 8666, a Lei das Licitações.

Agencia Estado,

02 Março 2004 | 15h31

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