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Médicos do INSS determinam greve por tempo indeterminado

A paralisação dos médicos peritos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que inicialmente ocorreria apenas por dois dias (quarta e quinta-feira), será agora feita por tempo indeterminado, após o assassinato de uma perita em Minas Gerais. O movimento reivindica maior segurança dentro das agências. O Ministério da Previdência afirmou, em nota, que tem atendido as reivindicações dos peritos médicos e tomado as providências necessárias para garantir a segurança da categoria. Segundo o INSS, entre os itens já atendidos estão a não entrega do resultado do exame pelo perito médico e a institucionalização do resultado da perícia, com a assinatura do presidente do INSS. Desde a primeira semana de setembro, os médicos peritos não assinam mais o comunicado do exame. O INSS também promete que até o dia 16 de outubro será implantado um novo modelo de entrega do resultado da perícia médica, por meio de carta registrada. De acordo com o INSS, estão totalmente parados os serviços de 71 agências. Outras 30 têm atendimento parcial. Os peritos de 61 agências estão trabalhando normalmente e três agências ficam em cidades com feriado municipal.A paralisação dos médicos peritos na quarta e quinta-feira impediu a realização de perícias em 42% das agências da previdência, segundo o INSS. De acordo com levantamento feito pela diretoria de Atendimento do instituto, em 48% das agências as perícias médicas foram realizadas normalmente e em 10% do total, o atendimento aos segurados foi parcial. No Estado de São Paulo, a paralisação dos médicos atingiu nesta sexta-feira 61% das agências.De acordo com os dados, nos Estados da região Sudeste do País a adesão dos profissionais ao movimento foi maior já que em 46% das agências as perícias marcadas não ocorreram. No Nordeste, a adesão foi total também em 46% das agências.

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