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Megarecall inclui carros da Nissan no Brasil

Depois da Toyota, que convocou 28.964 modelos Corolla para verificação de defeito no airbag, a Nissan do Brasil informou ontem que 148 unidades dos importados Pathfinder e Frontier estão incluídos no megarecall que está sendo feito pelas quatro grandes montadoras japonesas em todo o mundo, envolvendo cerca de 3,4 milhões de veículos.

CLEIDE SILVA, O Estado de S.Paulo

13 de abril de 2013 | 02h14

O problema foi detectado na bolsa inflável do banco do passageiro, em modelos fabricados no período de 2000 a 2004. Em caso de colisão frontal do veículo, há possibilidade de danos materiais e de lesão física ao ocupante, informa nota da Toyota. O equipamento é produzido pela Takata, segunda maior fornecedora mundial de airbags.

Os veículos da Nissan foram importados do Japão e a campanha de recall, segundo a empresa, terá início na quinta-feira. Já os modelos da Toyota nas versões XEi e SEG, fabricados no País de 31/5/2002 a 6/8/2003, começarão a ser verificados no dia 25. Se for constatado defeito, o dispositivo será desativado. Somente cerca de 60 dias depois é que será iniciado o serviço de substituição do equipamento.

"O consumidor que confirmar o envolvimento do seu veículo na campanha não deverá utilizar o banco dianteiro do passageiro para o transporte de pessoas, devendo aguardar o início da campanha", orienta a Toyota.

A Honda só deve anunciar no início da próxima semana se há modelos da marca no recall. A Mazda não atua no Brasil. Globalmente, o recall envolve 1,73 milhão de veículos da Toyota, 1,14 milhão da Honda, 480 mil da Nissan e 45,5 mil da Mazda.

Mercado. Até quinta-feira, as vendas de automóveis e comerciais leves no mercado brasileiro cresceram 10,6% em relação ao mesmo período de março, somando 133,8 mil unidades, segundo registros de licenciamentos. Na comparação com abril do ano passado, a alta é de 18,6%.

No acumulado do ano, as vendas somam 921,5 mil unidades, com crescimento de 10,6% na comparação com o mesmo período de 2012.

No fim do mês passado, o governo anunciou a manutenção do corte do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros com motor de 1.0 a 2.0 até o fim do ano. O imposto ficou reduzido de maio a dezembro e deveria voltar aos índices normais em três etapas: janeiro, abril e julho.

Só ocorreu o aumento de janeiro. Por receio de que o setor registrasse queda significativa nas vendas e na produção, o Ministério da Fazenda decidiu manter a alíquota do IPI de 2% para carros 1.0 e de 7% e 8% para modelos até 2.0 flex e a gasolina.

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