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Meirelles defende acumulação de reserva em emergentes

Presidente do BC afirma que o alto nível de reservas ajudou o Brasil a se recuperar mais rápido da recessão

AE, Agencia Estado

05 de outubro de 2009 | 09h03

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, defendeu neste último domingo, 4, a acumulação de reservas nos países emergentes, estratégia criticada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). "Ficou demonstrado que a autoproteção é a melhor opção", disse Meirelles, em palestra na reunião. "Eu apoio a discussão de que seria mais eficiente se o FMI acumulasse as reservas para os países. Mas a questão é: quem é que vai tomar a decisão na hora em que um país precisar das reservas?"

 

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O FMI aconselha os países emergentes a evitar acumulação excessiva de reservas, uma das causas para os desequilíbrios econômicos globais. Em vez disso, países como o Brasil deveriam usar linhas flexíveis do Fundo como "seguro" contra fugas de capital em crises internacionais. O Fundo funcionaria como um "acumulador de reservas" de última instância.

Meirelles afirmou que o alto nível de reservas - US$ 205 bilhões no início da crise - ajudou o Brasil a se recuperar mais rápido da recessão global. "As reservas internacionais do Brasil puderam compensar os bancos que restringiram as linhas de crédito para o País durante a crise", disse o presidente do BC. "Nós conseguimos substituir o setor privado porque tínhamos reservas suficientes e isso levou a uma recuperação rápida do mercado de crédito." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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