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Meirelles destaca a economia do País em reunião com o PMDB

Para o presidente do BC, um dos pilares da solidez econômica foi a política de reservas internacionais

RENATA VERÍSSIMO, Agencia Estado

27 de outubro de 2009 | 16h45

O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou nesta terça-feira, 27, que o Brasil entrou forte e com solidez na crise financeira internacional, graças a uma série de fatores. Segundo ele, um dos pilares foi a política de reservas internacionais. Hoje, lembrou Meirelles, o País é credor líquido em moeda externa.

 

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Meirelles também citou a inflação controlada nos últimos anos, que permitiu a redução da taxa de juros da economia brasileira. O presidente do BC falou durante palestra, em encontro com a bancada do PMDB na Câmara dos Deputados, em Brasília. "Com a economia mais estável, o risco é menor e as taxas de juros têm tendência declinante", disse.

Ele destacou ainda o aumento do emprego e da renda média nos últimos anos, além de uma forte demanda doméstica no País. Para ele, a inflação controlada levou a ao aumento da renda, enquanto a estabilidade econômica proporcionou a geração de novos empregos. Meirelles disse que uma outra força de crescimento da economia foi o aumento do crédito no Brasil. Ele lembrou que houve, nos últimos anos, um aumento dos investimentos também como resultado da estabilidade econômica.

O presidente do BC lembrou que o Brasil entrou na crise com reservas internacionais no valor de US$ 200 bilhões e com depósitos compulsórios de R$ 260 bilhões. "Economia equilibrada, inflação controlada, dívida líquida cadente e mercado doméstico forte. Foram com essas condições que o Brasil entrou na crise", disse Meirelles.

No início da reunião, o líder do PMDB na Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), destacou o fato de Meirelles ter optado por se filiar ao PMDB. Em vários momentos, dirigindo-se a Meirelles, ele se referiu ao PMDB como "o nosso partido, o seu partido, o maior partido do País". O deputado solicitou também uma salva de palmas dos membros do partido para Meirelles - que é, segundo ele, uma das autoridades mais respeitadas do Brasil e uma das mais bem conceituadas do governo Lula.

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