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Meirelles destaca novo foco para reduzir desigualdades

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, considera que as desigualdades sociais só serão reduzidas com a participação da sociedade civil e, neste sentido, lançou uma nova agenda do governo Luiz Inácio Lula da Silva: o engajamento da iniciativa privada na tarefa. Para ele, os projetos sociais devem possuir uma espécie de "classificação de risco", a exemplo do que acontece com o mercado financeiro. "Nós precisamos ter uma taxa de eficácia social para cada entidade, como existe hoje nas bolsas de valores", explicou. O objetivo seria o de permitir que tais entidades, ao demonstrar eficácia em sua atuação, tivessem acesso a fontes de recursos do mundo inteiro.Para Meirelles, em declarações reproduzidas pelo Jornal das Dez, da Globo News, ainda há espaço para a queda do dólar e a expectativa do governo é neste sentido. "Não é uma reta linear, porque o mercado funciona de uma maneira não linear, mas certamente a tendência é declinante." E sobre o risco Brasil: "Eu já mencionei em outras oportunidades que, a longo prazo, o risco Brasil vai chegar a 700, a 600, a 500, a 400 e, quem sabe, até a 300 pontos." Para o presidente do Banco Central, o debate sobre a taxa ideal do câmbio já está encerrado, porque a posição do governo ficou bem clara. "Não me cabe discutir as declarações do presidente. Acho que o presidente foi muito claro. O Banco Central, em relação ao câmbio sempre tem dito a mesma coisa: só temos meta de inflação, não temos meta de câmbio."

Agencia Estado,

05 de maio de 2003 | 08h06

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