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Meirelles diz que inércia inflacionária é superior à de 99

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, voltou a caracterizar a resistência na velocidade da queda da inflação como sendo um efeito direto da inércia inflacionária. Em caráter inédito, ele demonstrou um cálculo de um coeficiente de persistência inflacionária "inércia" que, embora não traga os dados atualizados dos meses mais recentes, prova que a inércia subiu muito no Brasil atingindo inclusive patamares superiores aos registrados em 1999. Destacando que essa inércia é fruto da forte aceleração da inflação na segunda metade do ano passado, Meirelles defendeu que o debate sobre o tema deveria ser "o grande debate atual do País". Ele destacou as opiniões registradas na última ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), de que há um risco de esses reajustes de preços e salários estarem ocorrendo com base na inflação passada e não na inflação projetada para o futuro. Na última reunião do Copom, a Selic, a taxa básica de juros da economia, foi mantida em 26,5% ao ano e provocou críticas de representantes do comércio e da indústria.

Agencia Estado,

30 de maio de 2003 | 17h02

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