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Melhora no preço do petróleo segura nova alta na Bovespa

Mercado brasileiro superou as preocupações com a política econômica da China e registrou alta de 0,73%

AE,

19 de agosto de 2009 | 17h18

A queda expressiva da Bovespa no início do pregão, quando cravou a mínima de -1,49%, deslizando até a faixa dos 54 mil -, não se confirmou ao longo do dia e o mercado financeiro fechou esta quarta-feira, 19, se segurando no terreno positivo, com alta de 0,73% (56.156,28 pontos). A recuperação da Bolsa brasileira ocorreu na esteira da melhora do preço do petróleo no exterior, após a queda inesperada nos estoques norte-americanos na última semana. Com isso, a tensão do começo do dia provocada novamente por preocupações com a política econômica da China - a bolsa de Xangai caiu 4,3% - foi se dissipando e as compras de ações voltaram a predominar.

 

No exterior, os investidores resistiram abandonar o rali iniciado em março nas bolsas, para o que contribuiu a baixa liquidez típica das férias de verão no Hemisfério Norte. Em Nova York, foram comprados papéis das petrolíferas e farmacêuticas e os índices mantiveram números positivos nas bolsas. Dow Jones encerrou esta quarta-feira com alta de 0,67%; Nasdaq fechou subindo 0,68; e S&P500 avançou 0,69%. Os principais índices do mercado de ações europeu fecharam em baixa, em sua maioria, pressionados pela realização de lucros entre os papéis de bancos, montadoras e empresas do setor de tecnologia. O índice pan-europeu Dow Jones Stoxx 600 caiu 0,4%.

 

O dólar no mercado local iniciou a sessão em alta, ajustando-se ao cenário externo negativo por causa da China, mas devolveu os ganhos no final do dia, mantendo-o praticamente estável (+0,05%), cotado a R$ 1,846.

 

Os juros futuros se ressentiram da agenda esvaziada nesta quarta-feira e tiveram uma sessão de poucos destaques. Alguns vértices da curva até exibiram queda mais firme, mas a maioria dos contratos não conseguiu se distanciar muito dos níveis anteriores. Ao término da negociação normal na BM&F, o DI janeiro de 2011 (119.585 contratos) estava na mínima de 9,54%, de 9,59% de terça-feira. O DI janeiro de 2012 (38.040 contratos) projetava 10,86%, de 10,87% e 10,88% no fechamento e ajuste na terça-feira.

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