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Menem diz que votará a favor de Cristina Kirchner

O ex-presidente argentino Carlos Menem, atualmente senador da República, foi o "capitão" do processo de privatização da petrolífera YPF, em 1993. Na época, ameaçou fazer a venda por decreto presidencial, caso não conseguisse o apoio do Congresso.

O Estado de S.Paulo

23 de abril de 2012 | 03h02

Quase vinte anos depois, Menem mudou de lado. Agora promete votar com a atual presidente, Cristina Kirchner, pela expropriação dos ativos da espanhola Repsol. "O cenário mudou. A situação não é a mesma da época em que eu privatizei", justificou.

Além disso, Menem, hoje com 81 anos, ressaltou que, apesar das ameaças de retaliação da Espanha, "ninguém deixará de investir na Argentina pelo fato de que o país está fazendo valer seus direitos". Ele afirmou também que a Repsol deixou de fazer investimentos na Argentina, apesar de o país concentrar parte significativa de seus lucros.

Desde que se alinhou com o governo Kirchner, em 2010, Menem se salvou de uma série de processos na Justiça que investigavam casos de corrupção durante sua gestão. / A.P.

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