Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Mercado aguarda novidades externas e Copom

O mercado financeiro continua na expectativa de medidas econômicas na Argentina, que devem ser anunciadas amanhã. Em relação aos conflitos na Ásia Central, o grande temor dos investidores é que a guerra tome proporções maiores e ocupe regiões petrolíferas. Isso poderia aumentar ainda mais o risco de uma recessão mundial.No Brasil, os investidores aguardam pelo resultado da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) que vai analisar a Selic - a taxa básica de juros da economia. A maioria dos analista aposta em manutenção da taxa Selic em 19% ao ano. O desaquecimento econômico e o controle da inflação já abririam espaço para um corte de juros, mas as incertezas externas, que podem continuar pressionando as taxas de câmbio, poderão tornar a decisão do Comitê mais conservadora.Às 11h05, o dólar comercial estava cotado a R$ 2,7200 na ponta de venda dos negócios, com alta de 0,18%. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera com alta de 0,86%. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 22,860% ao ano, frente a 22,960% ao ano ontem.

Agencia Estado,

17 de outubro de 2001 | 11h08

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