Hélvio Romero/Estadão
Hélvio Romero/Estadão

‘Mercado chinês é crucial para o Brasil’, diz Mesquita Neto

'A Ásia é o principal destino dos nossos grãos, especialmente por causa das compras da China', disse o presidente do Grupo Estado

Isadora Duarte, Tânia Rabelo e Vinicius Galera, especial para o Estado, O Estado de S.Paulo

21 de novembro de 2019 | 19h59

O presidente do Grupo Estado, Francisco Mesquita Neto, ressaltou, em sua palestra de abertura do Summit Agronegócio Brasil 2019, a importância da China para o Brasil: “A Ásia é o principal destino dos nossos grãos, especialmente por causa das compras da China”, disse.

“Este é um dos motivos que mostram que o mercado chinês continuará sendo crucial para o Brasil.” Não deixou de lado, entretanto, a potência agrícola na qual o Brasil se transformou. “Em meio à atual crise econômica, o agronegócio nos oferece otimismo. Colhemos 242 milhões de toneladas de grãos na safra passada e a atual deve ser maior ainda, com 246 milhões de t, puxada pela soja, nosso principal produto de exportação.”

Ele advertiu, porém, que a manutenção desse sucesso dependerá de mais investimentos logísticos, “incluindo a infraestrutura de estradas, dos portos e de todos os itens que compõem o escoamento da produção”. Mencionou, ainda, a tecnologia. “Seja no investimento de drones e robôs, ou na conectividade, é necessário disponibilizar recursos para que todos tenham acesso à tecnologia.”

O presidente da Corteva Agriscience, Roberto Hun, também reforçou a importância do agronegócio brasileiro nos planos da multinacional. Ele informou que só no País foram investidos este ano US$ 90 milhões em projetos de expansão da companhia. “O Brasil é estratégico para nossos planos.” Globalmente, informou que os investimentos em pesquisa e desenvolvimento alcançam US$ 1,2 bilhão, 100% focados no agronegócio. 

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