Mercado continua sem rumo; bolsa sobe e risco cai

O mercado financeiro brasileiro continua olhando para os Estados Unidos e procurando informações para tentar definir uma tendência. A alta de 0,7% da inflação ao produtor em abril nos EUA foi a maior em um ano e ficou acima do esperado, de 0,3%. Mesmo assim, o mercado considerou o dado insuficiente para conclusões e espera que o índice ao consumidor nesta sexta-feira ajude a dissipar dúvidas sobre o momento exato e o tamanho da alta do juro norte-americano. A bolsa de São Paulo variou da mínima de -2,31% à máxima de +1,60%. Fechou em alta de 0,42%, com giro de R$ 954 milhões, em 18.402 pontos. Em Wall Street, o Dow Jones recuou 0,34% e a Nasdaq subiu 0,02%. O dólar oscilou entre a máxima de +0,35% e a mínima -0,92%. No fechamento, queda de 0,25%, cotado a R$ 3,134. O risco país caiu 14 pontos, para 765 pontos-base.No mercado de juros, a baixa do dólar não foi suficiente para conter a alta dos contratos futuros, os DIs. Os investidores olharam mais para a disparada do preço do petróleo. Na BM&F, os DIs de janeiro subiram e fecharam em 17,70%, contra 17,10% de ontem.

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