Mercado de capitais injetou mais de R$ 813 bilhões nas companhias nos últimos 15 anos
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Mercado de capitais injetou mais de R$ 813 bilhões nas companhias nos últimos 15 anos

Valores captados com IPOs e follow-ons na B3, a bolsa do Brasil, permitem financiamento para projetos de empresas de setores variados

B3, Estadão Blue Studio
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16 de dezembro de 2021 | 08h00

O mercado de capitais tem sido um aliado importante para a economia brasileira. Levantamento realizado pela B3, a bolsa do Brasil, mostra que nos últimos 15 anos foram captados R$ 813,18 bilhões por meio de IPOs (ofertas públicas iniciais) e follow-ons em 440 ofertas. Os valores permitem que as empresas financiem seus projetos, gerando mais empregos e aquecendo a economia como um todo. “É importante ressaltar o papel do mercado de capitais na economia brasileira. Falando especificamente sobre abertura de capital é uma forma que os empreendedores têm de dividir seu projeto com outros investidores em troca de recursos para expandir seus negócios ou fortalecer seu capital de giro, por exemplo. Essa captação de recursos, notadamente a parcela primária (que vai para o caixa da companhia) tem impacto direto na economia do País”, avalia o diretor de relacionamento com assets e empresas da B3, Rogério Santana.

Entre as empresas com 15 anos na Bolsa está a Positivo Tecnologia. Em 2006, a companhia brasileira de tecnologia tornou-se de capital aberto. Já no ano seguinte ao IPO, alcançou a liderança no mercado nacional de computadores com a venda de 1,389 milhão de PCs, número que a inseriu no seleto grupo dos dez maiores fabricantes de computadores do mundo.

A Companhia oferece soluções de tecnologia hardware a consumidores finais, redes varejistas, empresas, escolas e instituições governamentais. Além de computadores, celulares, tablets, acessórios e tecnologias educacionais, a Positivo Tecnologia também fabrica dispositivos para casas e escritórios inteligentes, servidores e demais soluções de infraestrutura de TI, terminais móveis de pagamento e, mais recentemente, urnas eletrônicas. Também oferece serviços como locação de equipamentos de informática, mobilidade e TI, mídia programática e assistência técnica especializada.

A empresa representa no Brasil marcas globais como Vaio, Compaq e Anker. Possui fábricas em Manaus (AM), Ilhéus (BA) e Curitiba (PR), presença em países como Argentina, Quênia, Ruanda e Gana por meio de joint venture com a Positivo BGH e escritórios na China e Taiwan. Está entre as empresas que mais fazem inovação aberta no País ao adquirir participações minoritárias em startups e se posicionar com uma das pioneiras em Corporate Venture Capital (CVC).

Em 2021, a Positivo Tecnologia foi eleita para integrar o conselho do Distribuited Management Task Force (DMTF), instituto americano sem fins lucrativos que estabelece padrões abertos de gestão e industrialização no setor de tecnologia da informação (TI). É a primeira empresa brasileira a se tornar membro do conselho e assumir a vaga ao lado de oito multinacionais de tecnologia.

Os princípios da boa governança corporativa permeiam iniciativas da Companhia como a eleição de novos integrantes para o Conselho de Administração, a ampliação da transparência e frequência de comunicação com investidores e mercado, assim como a obtenção do selo Great Place to Work. Durante a pandemia de Covid-19, a Positivo Tecnologia apoiou projetos para minimizar o impacto do novo coronavírus na sociedade. Ajudou a aumentar a capacidade de produção de ventiladores pulmonares da Magnamed no Brasil, doou notebooks, celulares e tablets, além de conceder a escolas o acesso gratuito a plataformas de ensino a distância. Os reflexos da estratégia da Companhia podem ser percebidos também nas ações na B3. Neste ano, a POSI3 ingressou no IBrX-100, índice com as 100 ações mais negociadas na B3. “Vivenciamos um novo momento de transformação da nossa empresa diante de uma maior digitalização da sociedade e da crescente utilização de dispositivos de tecnologia. Neste período desafiador, trabalhamos incansavelmente para atender à demanda por nossas soluções, identificar oportunidades de mercado e continuar o avanço dos negócios principais e das novas vertentes de atuação”, diz Hélio Rotenberg, presidente da Positivo Tecnologia.

Quem também está comemorando 15 anos da abertura de capital e 29 anos de existência é a CSU - líder no mercado brasileiro em soluções tecnológicas de última geração para meios de pagamento, customer experience e fidelização e incentivo de clientes. O Diretor Executivo de RI da companhia, Ricardo Leite, explica que, em 2006, a empresa via oportunidades de crescimento em todas as suas áreas de negócio, principalmente na área de meios de pagamento. “O mercado de capitais tornou essa situação bem mais viável”, disse.

O IPO aconteceu no primeiro semestre em 2006 e desde então a empresa tem alcançado crescimento expressivo e ampliação do portfólio de negócios. “O vínculo da companhia com o mercado de capitais já é muito estabelecido e o selo institucional de ser listada no Novo Mercado concede uma condição muito importante. Temos uma governança forte e a transparência é o sustentáculo do crescimento, sem falar que a relação estreita ao longo destes 15 anos de atuação tem fortalecido os negócios. A abertura de capital foi absolutamente importante para o desempenho e aceleração da companhia”, avalia.

“As regras do novo mercado são rigorosas, mas muito importantes, porque todos os nossos parceiros de negócios têm a consciência clara de que está celebrando negócio com empresa listada”, enfatiza o executivo.

Ricardo Leite conta que a empresa está em um momento de crescimento acelerado e contínuo. “A CSU inaugurou no início deste ano uma participação minoritária em uma fintech e em junho fez anúncio de mercado para nova unidade para atuar nesta nova indústria de Banking as a Service. Sabemos que podemos contar com o mercado de capitais para servir de suporte para uma expansão mais agressiva”, finaliza.

 

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