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Mercado de trabalho afeta confiança do consumidor dos EUA

A confiança do consumidor norte-americano se deteriorou em outubro, com o pior mercado de trabalho em 25 anos alimentando preocupações sobre o futuro. O dado, divulgado nesta terça-feira, ofuscou uma melhora modesta no setor imobiliário.

PEDRO NICOLACI DA COSTA, REUTERS

27 de outubro de 2009 | 13h44

Apesar de um aumento dos preços de moradias em agosto pelo quarto mês, um relatório do Conference Board indicou que os norte-americanos não estão otimistas.

O índice de confiança do consumidor caiu para 47,7 este mês, ante 53,4 em setembro, maior queda em oito meses. O componente de expectativas recuou para 65,7, frente a 73,7 no mês anterior.

Problemas persistentes no mercado de trabalho foram o principal culpado. A proporção dos que relataram dificuldade de encontrar emprego aumentou de 47 para 49,6 por cento.

O indicador sobre as condições atuais caiu para 20,7 e está perto do menor nível em 26 anos.

Já os preços de moradias, abatidos por uma severa recessão, parecem estar encontrando um piso. Relatório do Standard & Poor's Case/Shiller mostrou que os preços em 20 cidades aumentou 1,2 por cento, acima das previsõs de analistas ouvidos pela Reuters.

A alta ajudou a moderar o declínio registrado na comparação ano a ano, agora de 11,3 por cento.

"Isso sugere que há alguma recuperação acontecendo", afirmou David Sloan, economista da 4Cast Ltd. "É possível que o mercado esteja tendo algum apoio temporário do crédito tributário que pode não durar."

O Senado norte-americano pode votar nesta terça-feira a extensão de um alívio fiscal de 8.000 dólares para compradores de imóveis.

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