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Mercado de trabalho ainda pressionará inflação, diz ABC

A economista do Banco ABC Brasil Mariana Hauer disse que o mercado de trabalho seguirá pressionando a inflação. "Essa pressão vai continuar enquanto o mercado de trabalho estiver aquecido", afirmou ela, ao analisar a taxa de desemprego, que subiu de 5,7% em março para 5,8% em abril, segundo informou nesta quinta-feira, 23, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a menor para um mês de abril desde o início da série histórica, em março de 2002.

RENAN CARREIRA, Agencia Estado

23 de maio de 2013 | 10h30

Mariana disse que o cenário do mercado de trabalho permanece estável. "Por enquanto, não podemos falar em qualquer tendência." Ela afirmou que uma mudança desse quadro não deve ocorrer tão cedo. Por isso, a economista, que não havia fechado os cálculos para a projeção de maio, adiantou que o cenário "não deve mudar muito".

Segundo o IBGE, o rendimento médio real dos trabalhadores registrou baixa de 0,2% em abril ante março. Mariana disse que essa queda na margem já era esperada "porque o mercado de trabalho se estabilizou, a taxa de desemprego parou de cair". Segundo ela, o rendimento médio real, mesmo quando se analisado por setores ou regiões, permanece estável.

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