Mercado em compasso de espera

O anúncio da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a taxa básica de juros - Selic - aproxima-se e o mercado mantêm-se sem consenso em suas expectativas. A maioria continua acreditando na estabilidade, ou seja, na manutenção do patamar de 16,5% ao ano, em função das incertezas em relação à pressão dos índices de inflação, alta no preço do petróleo e situação econômica da Argentina.Mas ainda há os otimistas que acreditam em corte de até 0,5 ponto porcentual. O principal argumento nesse sentido é a melhora da situação econômica do País Brasil. Outro fator que deu mais força à essa corrente foi a manutenção da taxa de juros nos Estados Unidos, em 6,5% ao ano, divulgada ontem pelo banco central norte-americano (FED).Nesse cenário, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em compasso de espera e registrava há pouco alta de alta de 0,71%. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagavam juros de 16,910% ao ano no início da tarde. Ontem, fecharam o dia em 16,890% ao ano. O dólar está cotado a R$ 1,8190 na ponta de venda dos últimos negócios. Uma alta de 0,11% em relação ao fechamento dos últimos negócios de ontem - R$ 1,8170.

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