Mercado espera definição do cenário conjuntural

O mercado de juros teve uma manhã tranqüila, com poucas oscilações. No início dos negócios, as taxas chegaram a arriscar uma ligeira alta, por conta do leilão de papéis prefixados, que costumam provocar alguma pressão sobre os contratos de DIs futuros (veja mais informações no link abaixo), mas retomaram a tendência de ajuste às taxas mais baixas. No início da tarde, os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagavam juros de 17,860% ao ano.O dólar comercial registrou alta durante toda a manhã e os operadores acreditam que algumas instituições estão enviando dinheiro para o exterior, provavelmente para honrar compromissos que vencem este mês. Dados do Banco Central, conseguidos pelo mercado, revelam que o vencimento e amortizações de dívida privada no exterior somam US$ 1,5 bilhão este mês. Nem todas foram identificadas pelos analistas, que contabilizam o total de US$ 1,019 bilhão. Há pouco, o dólar comercial estava cotado a R$ 1,7850 na ponta de venda.Bolsa opera com baixa de 0,42%A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) vai confirmando a expectativa de um pregão fraco, com o investidor aguardando uma melhor definição do cenário conjuntural. Há pouco, operava com queda de 0,42%. A prévia da nova carteira do Ibovespa - ações mais negociadas na Bovespa - mexeu com os negócios de algumas ações. Os papéis da Eletrobrás registraram as maiores quedas do Ibovespa hoje, refletindo a perda de participação no Índice - caiu de 10,29% para 6,41%. No início da tarde, as preferenciais (PN, sem direito a voto) recuavam 5,06%, enquanto as ordinárias (ON, com direito a voto) recuavam 3,55%.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.