Mercado fechado

No auge da crise internacional, em outubro de 2008, Túlio Tallini perdeu o emprego. Ele trabalhava na área de marketing de uma empresa do setor de aço. Foi aí que tomou a decisão de abrir um hostel. "Já vinha há algum tempo pensando nisso. No último trabalho, dizia que seria a última empresa que eu trabalharia antes de abrir o meu negócio. E foi o que aconteceu", afirmou ele. Além do desejo de empreender, pesou também o fato de marketing estar muito saturado. "Os mercados começaram a se fechar um pouco."

O Estado de S.Paulo

30 de junho de 2013 | 02h13

Tallini ficou pouco tempo parado. O Vila Madalena Hostel foi aberto em março de 2009. Hoje, tem 38 camas. "Recebemos atualmente 60% estrangeiros e 40% de brasileiros."

De lá para cá, ele também viu a concorrência aumentar. Em 2009, eram apenas seis hostel. Hoje, diz ele, já são mais de 50 empreendimentos, o que faz com que o setor enfrente uma reestruturação. "Teve um boom muito grande. E esse boom pode estar prejudicando a cadeia. Hoje (quinta-feira), recebi um e-mail sobre um hostel que está à venda. E não é o primeiro e-mail que recebo convidando a gente para ser sócio e investir", afirmou. / L.G.G.

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