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Mercado formal criou 128.915 vagas em agosto

O Ministério do Trabalho divulgou nesta segunda-feira que foram criados 128.915 empregos com carteira assinada no mês de agosto, cerca de 5% a menos que os 135.460 postos formais criados no mesmo mês de 2005. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No acumulado do ano o ritmo também caiu cerca de 1%. De janeiro a agosto deste ano foram criados 1,207 milhão de empregos contra 1,219 milhão de empregos no mesmo período em 2005.Foram destaque no mês de agosto, na geração de novos empregos, o setor de serviços, que criou 64.668 empregos com carteira assinada, seguido do comércio (30.192); da indústria da transformação (28.788). O setor com destaque negativo, apresentando eliminação de 13.727 de empregos formais foi a agricultura. O Ministério do Trabalho atribui essa queda a fatores sazonais relacionados à entressafra no centro-sul do País. O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse que a expectativa para a criação de empregos formais deste ano é que seja "parecida" com o resultado do ano passado. Para Marinho até o final do ano será possível a criação de 1,250 milhão de vagas formais enquanto que em 2005 foram criados 1,253 milhão. Ele reconheceu que está ajustando para baixo essa meta e atribuiu a redução do ritmo de criação de novas vaga às "turbulências vividas no País nos últimos 12 meses". Ele citou como exemplo dessas turbulências, a crise política, o câmbio desfavorável às exportações e a redução dos juros, que na sua avaliação poderia ter começado antes. "A expansão do emprego formal perdeu ritmo. Reconheço que foi um pouquinho menos do que o ano passado, mas nada que possamos chamar de temeridade", afirmou.Matéria alterada às 11h52 para acréscimo de informações

Agencia Estado,

18 de setembro de 2006 | 11h05

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