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Mercado formal gerou 82.013 empregos em fevereiro

O mercado formal de trabalho gerou, em fevereiro, 82.013 novos empregos. Este número é pouco superior ao verificado em fevereiro do ano passado, quando foram criados 80.243 postos de trabalho. Somado com o resultado de janeiro último, quando o saldo líquido do emprego foi positivo em 44.228 vagas, o resultado acumulado do primeiro bimestre do ano alcança 126.241. Estes dados foram divulgados hoje pelo Ministério do Trabalho. De acordo com os técnicos que analisam o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a trajetória do emprego para os trabalhadores com carteira assinada tem sido de crescimento desde o início do ano 2000. Com poucas exceções e concentradas em segmentos específicos, todos os grandes setores de atividades vem registrando variações positivas, o que significa que as empresas estão admitindo mais pessoal do que demitindo. O ano de 2000 marcou uma mudança histórica. Pela primeira vez em seis anos o saldo líquido do emprego foi positivo, resultando na criação de 657.596 novos empregos. Nos cinco anos anteriores houve perda acentuada de postos de trabalho. Em 2001 novo resultado positivo, de 591.079 novas oportunidades de trabalho. Segundo os dados do Ministério do Trabalho, em fevereiro último todos os setores registraram variação positiva do emprego. A maior contribuição foi a do setor de Serviços, que apresentou um saldo líquido positivo de 38.021. A seguir veio o Comércio com saldo líquido de 10.990, a Administração Pública com 10.595, a Agricultura com 10.423 e a Indústria de Transformação, com 8.955 novos postos de trabalho. Os técnicos do Ministério do Trabalho afirmaram que o comportamento do bimestre é similar, com destaque para a criação de novos empregos pelo setor de Serviços (56.196). Com relação as regiões geográficas, a tendência de crescimento do emprego é verificada na quase totalidade do território nacional, com exceção do Nordeste que registrou perda de 6.996 empregos. Em termos de unidades da federação, o destaque positivo coube a São Paulo, com a geração de 36.330 postos de trabalho.

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