Mercado global ficou mais seletivo

A piora da crise europeia deixou o mercado global mais seletivo para as empresas brasileiras. Em maio, apenas uma emitiu papel no exterior - a Brasil Foods, que levantou US$ 500 milhões. A situação parece melhor em junho, que já teve quatro operações, num total de US$ 2,5 bilhões.

O Estado de S.Paulo

24 de junho de 2012 | 03h08

"O mercado está aberto, mas apenas para empresas grandes, que ofereçam baixo risco aos investidores", disse o diretor-gerente de Mercado de Capitais do HSBC, Alexei Remizov.

Apesar da alta de 20% na comparação entre janeiro e maio deste ano com o mesmo período de 2011, o Banco Central (BC) já prevê dias mais difíceis para esse tipo de operação. Na sexta-feira, o BC divulgou nova previsão para o volume de empréstimos no exterior. Antes, o BC esperava US$ 2,9 bilhões mais do que em 2011. Agora, avalia que deve ficar US$ 6,4 bilhões menor. / L.M.

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