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Mercado: pequena recuperação depois de ACM

Nos últimos dias os mercados andavam especialmente cautelosos por causa do discurso-bomba prometido por Antônio Carlos Magalhães na sua renúncia ao mandato de senador. Como ele renuncia para dar continuidade à carreira política e tem o apoio do PFL, partido da base governista, não era razoável imaginar que surgissem fatos novos que comprometessem o governo federal. Mas o temperamento imprevisível de ACM preocupou o mercado. O pronunciamento, porém, apesar de contundente, não trouxe fatos novos. A reação foi imediata, e as cotações apresentaram recuperação mesmo antes do final. A conjuntura econômica, porém, limita o otimismo dos investidores. Continua a apreensão em relação ao tamanho e aos efeitos da crise energética. Além disso, os investidores ainda esperam o resultado da operação de troca da dívida de curto prazo da Argentina, cujos resultados serão divulgados na próxima segunda-feira.Fechamentos dos mercadosA Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 0,25%. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - fecharam o dia pagando juros de 22,140% ao ano, frente a 22,300% ao ano ontem. O dólar comercial para venda fechou em R$ 2,3430, com queda de 0,17%. O índice Merval da Bolsa de Valores de Buenos Aires fechou em queda de 0,53%. Nos Estados Unidos, o Dow Jones - Índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - fechou em queda de 1,51%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - fechou em queda de 4,18%. Não deixe de ver no link abaixo as dicas de investimento, com as recomendações das principais instituições financeiras, incluindo indicações de carteira para as suas aplicações, de acordo com o perfil do investidor e prazo da aplicação. Confira ainda a tabela resumo financeiro com os principais dados do mercado.

Agencia Estado,

30 de maio de 2001 | 17h39

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