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Mercado vê IPCA mais alto e corte do juro em outubro

Pressão dos alimentos sobre índices de inflação leva analistas a revisarem expectativa para aumento de preços

REUTERS

10 de setembro de 2007 | 09h22

A contínua pressão sobre os preços no País forçou mais uma elevação nas estimativas para a inflação em 2007. Ao mesmo tempo, as apostas em apenas mais um corte da taxa básica de juros, antes da parada técnica do Banco Central, ficaram intactas, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira.   No levantamento semanal feito pelo BC, a projeção para a inflação em 2007 medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi elevada de 3,92% para 3,99%. Para 2008, entretanto, a aposta continua sendo de que a inflação ficará em 4%.   Nos dois casos, as estimativas indicam inflação abaixo do centro da meta, que foi fixado em 4,5% para os dois anos.   Em termos de juros, depois da redução no ritmo de corte da taxa básica na semana passada, promovido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, os analistas mantiveram as estimativas de mais um corte de 0,25 ponto da Selic em outubro. Com esse corte, a taxa recuaria para 11%, patamar que deve permanecer ao longo dos próximos meses.   Para o final de 2008, a estimativa é que a taxa básica de juro da economia brasileira esteja em 10%, mesmo percentual estimado na pesquisa anterior.   Olhando a economia como um todo, os analistas e economistas consultados pelo BC projetam um crescimento de 4,71% para o Produto Interno Bruto (PIB) do País em 2007, taxa semelhante à projetada na pesquisa passada, de 4,70%.   Para 2008, analistas continuam acreditando que a economia do País vai registrar uma expansão de 4,40%.

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