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E-Investidor: Itaúsa, Petrobras e Via Varejo são as ações queridinhas do brasileiro

Mercados aguardam divulgação de taxas juros

Dentre os destaques desta semana está a divulgação das taxas de juros brasileira e americana. Hoje o Banco Central do EUA (Fed) divulgará o novo patamar de juros da economia norte-americana. Amanhã será a vez do Comitê de Política Monetária (Copom) definir o novo porcentual da taxa básica de juros, a Selic.Nos EUA, é esperada a manutenção dos juros em 1,75% ao ano, segundo analistas ouvidos pela editora Márcia Pinheiro. Já no Brasil, a expectativa do mercado é de que haja um corte de entre 0,25 e 0,5 ponto porcentual. A dúvida dos investidores é a respeito de qual a estratégia o Banco Central adotará: se aproveitará o cenário otimista do momento (dólar em baixa, redução do risco país, retomada do crescimento nos EUA, o que indicará fluxo positivo de recursos ao Brasil, entre outras questões) ou se primará pelo conservadorismo por se preocupar com a inflação. Essa segunda hipótese ganha adeptos pelo fato de o preço do petróleo seguir em alta, o que pode tornar ainda mais lento o ritmo de queda da inflação. Segundo pesquisa do Banco Central junto a instituições financeiras, a projeção do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do ano subiu de 4,9% para 4,98%. Mas há muitos no mercado considerando que houve uma melhora importante no cenário em relação ao final do ano e que, diante disso, é possível pensar em um corte mais intenso.Números do MercadoHá pouco, o dólar comercial era vendido a R$ 2,3470, em alta de 0,21%. No mercado de juros, os contratos de DI futuro com vencimento em outubro, negociados na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) pagam juros de 17,890% ao ano frente a 17,880% ao ano negociados na sexta-feira. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operava em alta de 0,13%.

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