Mercados: apatia com queda do petróleo

O petróleo hoje sofreu caiu nos mercados internacionais. O tipo Brent negociado em Londres fechou hoje em US$ 32,73, com baixa de 1,01%. Essa volatilidade tem se observado nos últimos dias, mas de qualquer forma, ma queda nesse porcentual é um bom sinal, mesmo que os preços ainda estejam em patamares muito elevados. De qualquer forma, o mercado já acredita que um aumento nos combustíveis é mais uma questão de tempo agora. Ela deve ter um impacto na inflação, mas reduzida, devido à queda nos índices de preços ao consumidor. Outra boa notícia foi a queda do desemprego medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice de agosto de 2000 ficou em 7,1%, frente a 7,7% em agosto de 1999. Além disso, na reunião anual do Fundo Monetário Internacional, em Praga, ao contrário do ano passado, o Brasil só tem recebido elogios pela sua recuperação econômica.O Dow Jones - Índice que mede as ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - fechou em queda de 0,73%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - fechou em queda de 1,71%. E a Bovespa - Bolsa de Valores de São Paulo - fechou em alta de 0,43%, com baixo volume de negócios. A principal queda foi das ações da Petrobrás, com a queda nos preços do petróleo. As ações ON - ordinárias, com direito a voto - caíram 2,68% e as preferenciais - PN, sem direito a voto - caíram 1,87%.A decisão de ontem do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a Selic, a taxa básica de juros referencial de mercado, confirmou as expectativas do mercado. A queda do petróleo e o bom cenário interno fizeram as taxas caírem. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - fecharam o dia pagando juros de 17,250 % ao ano, frente a 17,320% ao ano ontem. E o dólar fechou em R$ 1,8550, praticamente estável, com queda de 0,05%.

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