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Mercados: Argentina no foco das atenções

As condições de troca da dívida argentina de curto prazo por papéis com vencimento mais longo - taxas, volume e prazos - continuam sendo uma incerteza para os investidores no início dessa semana. Como fato novo, apenas a divulgação nesse final de semana dos nomes de sete bancos que participarão da operação (veja mais informações no link abaixo).Com isso, a equipe econômica espera que haja uma valorização dos títulos da dívida argentina e uma queda na taxa de risco do país. Na abertura dos negócios nessa segunda-feira, os títulos argentinos (FRBs) estão cotados a 0,8375 centavos por dólar - valorização de 0,45% em relação aos últimos negócios de sexta-feira.No mercado financeiro no Brasil, o dólar está cotado a R$ 2,1990 na ponta de venda dos negócios - queda de 0,59% em relação aos últimos negócios de sexta-feira. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 20,700% ao ano, frente a 20,790% ao ano na sexta-feira. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em queda de 0,09%.A questão argentina deve continuar no foco de atenções dos investidores. Analistas consideram que não há nenhum motivo para acreditar que os investidores podem ficar mais otimistas apenas com a divulgação do nome dos bancos. O clima de incertezas em relação à situação argentina continua muito forte e o andamento dos negócios ainda inspira cautela. Questão política Em relação à questão política interna, permanecem as investigações sobre o envolvimento dos senadores Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) e José Roberto Arruda (sem partido-DF) no caso de violação do painel de votação do Senado no processo de cassação do ex-Senador Luis Estêvão. Mas os fatos relacionados à essa questão continuam com peso menor no mercado financeiro enquanto não prejudicam a imagem do presidente Fernando Henrique Cardoso.O fato preocupante é a possibilidade de instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso para apurar denúncias de corrupção no Executivo federal, fato que vem ganhando cada vez mais importância. A oposição afirma já ter as assinaturas necessárias para pedir a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), mas espera o melhor momento para fazê-lo, com um prazo para organizar manifestações de apoio. A primeira data cogitada foi o dia 9 de maio. Veja mais informações no link abaixo.Não deixe de ver no link abaixo as dicas de investimento, com as recomendações das principais instituições financeiras, incluindo indicações de carteira para as suas aplicações, de acordo com o perfil do investidor e prazo da aplicação. Confira ainda a tabela resumo financeiro com os principais dados do mercado.

Agencia Estado,

07 de maio de 2001 | 11h02

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