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Mercados: atenções para EUA e Argentina

Depois do impacto negativo com os números norte-americanos, revelando uma desaquecimento mais forte na economia do país do que o esperado pelos analistas, os investidores começam a apostar em um corte de juros nos EUA na próxima reunião do banco central dos EUA (Fed), em 15 de maio (veja mais informações no link abaixo).A expectativa de redução dos juros deixou as bolsas em Nova York em alta. Há pouco, o Dow Jones - índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - estava em alta de 0,99%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - registrava ganho de 2,07%. No Brasil, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) está em alta de 0,92%. O dólar comercial está cotado a R$ 2,2040 na ponta de venda dos negócios - queda de 0,41% em relação aos últimos negócios de ontem. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 20,700% ao ano, frente a 21,000% ao ano registrados ontem.Em relação à Argentina, os investidores mantêm a expectativa de que as condições de troca da dívida de curto prazo por papéis com vencimento mais longo sejam conhecidas ainda hoje, segundo apurou a corresponde em Buenos Aires, Marina Guimarães. Caso as condições não saiam conforme o esperado, os investidores podem reagir mal. O mercado ficou frustado com o resultado da teleconferência esta manhã do ministro da Economia, Domingo Cavallo, e do secretario de Finanças, Daniel Marx, com investidores estrangeiros. Havia expectativa de que fossem anunciados durante essa teleconferência os detalhes dessa operação, o que não ocorreu.

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