Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Mercados: compasso de espera até reunião do FED

Na expectativa de corte da taxa de juros nos Estados Unidos, que pode ser anunciada pelo banco central (FED) na quarta-feira, as taxas nos Brasil continuam em queda. Há pouco, os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 15,350% ao ano, frente a 15,490% ao ano registrados na sexta-feira. O consenso entre os analistas é que existe espaço na economia interna para a queda da taxa básica de juros - Selic -, que está em 15,25% ao ano. A redução, segundo os analistas, depende mais da trajetória dos juros norte-americanos. Com o discurso de Alan Greenspan, na semana passada, as expectativas de corte de 6% para 5,5% ao ano no juros dos EUA aumentaram e levaram junto as apostas nacionais.Na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), registra-se alta de 0,68%. O dólar comercial está cotado a R$ 1,9770 na ponta de venda dos negócios - alta de 0,10% em relação aos negócios de sexta-feira. Veja no link abaixo mais perspectivas para a semana no mercado financeiro.

Agencia Estado,

29 de janeiro de 2001 | 14h54

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