Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Mercados continuam em clima de pessimismo

A crise de energia no Brasil e a situação econômica argentina deram o tom pessimista aos negócios no mercado financeiro nessa manhã. Em relação à energia, um dos principais problemas é que a imposição de uma redução no consumo pode provocar um desaquecimento econômico (veja mais informações no link abaixo). O mercado financeiro reflete o nervosismo dos investidores em relação a essa possibilidade. Há pouco, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) estava em baixa de 3,07%. O dólar comercial está cotado a R$ 2,2950 na ponta de venda dos negócios - alta de 1,64% em relação aos últimos negócios de ontem. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 22,000% ao ano, frente a 21,710% ao ano ontem. Em Nova York, as bolsas estão em queda. O Dow Jones - índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - registra baixa de 0,97%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - opera com queda de 0,91%.

Agencia Estado,

11 de maio de 2001 | 15h13

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