Mercados esperam medidas argentinas

As cotações nos mercados apresentaram uma pequena recuperação. Porém, dado o pessimismo extremo dos investidores nas últimas semanas, as oscilações de hoje têm pouca relevância, mesmo porque é cedo para falar em uma retomada otimista. De qualquer forma, o mercado recebeu bem a substituição do presidente do Banco Central argentino, Pedro Pou, pelo empresário Roque Maccarone. Declarações de autoridades estrangeiras e do próprio Fundo Monetário Internacional (FMI) cobrando medidas concretas que possibilitem a retomada do crescimento econômico reforçaram a percepção de que a dívida do país será reestruturada. Espera-se que o governo seja ágil em renegociar seus débitos e promover a retomada econômica, com apoio do Fundo e, especialmente, dos Estados Unidos e da Espanha. A espera, porém, é cautelosa, pois o sucesso da manobra depende da concatenação de vários fatores e, por enquanto, não há nada de concreto.O dólar comercial para venda fechou em R$ 2,2660, com alta de 0,27%. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - fecharam o dia pagando juros de 22,750% ao ano, frente a 23,100% ao ano ontem. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 1,27%. O índice Merval da Bolsa de Valores de Buenos Aires teve alta de 2,14%.Nos Estados Unidos, o Dow Jones - Índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - fechou em queda de 0,74%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - fechou em queda de 2,07%. Não deixe de ver no link abaixo as dicas de investimento, com as recomendações das principais instituições financeiras, incluindo indicações de carteira para as suas aplicações, de acordo com o perfil do investidor e prazo da aplicação. Confira ainda a tabela resumo financeiro com os principais dados do mercado.

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