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Mercados eufóricos nos fechamentos

Os números de fechamento do mercado falam por si só, traduzindo a euforia gerada pela elevação do rating (nota) dos títulos de dívida externa do Brasil pela agência de avaliação de risco Standard and Poor´s e pela redução de meio ponto porcentual dos juros básicos norte-americanos. Já havia razões para otimismo no mercado, por conta do bom cenário interno da economia, e, mais especificamente, por causa da operação de recompra de ações em poder do público do Banespa pelo Santander, que deve injetar US$ 1,2 bilhão nos próximos dias. As notícias de hoje reforçaram a tendência.A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 7,61%. O dólar fechou em R$ 1,9330, com queda de 0,51%, cotação mais baixa desde 22 de novembro. Os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - fecharam o dia pagando juros de 16,330% ao ano, frente a 16,720% ao ano ontem. O Dow Jones - Índice que mede as ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - fechou em alta de 2,81%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - em alta impressionante de 14,17%. Analistas fazem previsões otimistas para 2001A expectativa dos analistas é de retomada do crescimento da economia mundial, em especial no segundo semestre, quando a redução dos juros nos EUA surtirá efeito. Também espera-se queda nos juros no mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde o Comitê de Política Monetária (Copom) reúne-se nos dias 16 e 17 de janeiro para decidir sobre o assunto. Com isso, no curto prazo, a previsão é de que o otimismo continue, com quedas no dólar e nos juros e altas na Bolsa.

Agencia Estado,

03 de janeiro de 2001 | 18h53

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