Mercados: instabilidade predomina nos negócios

Depois da forte instabilidade nos mercados ontem, os investidores começam o dia tentando chegar a um valor justo para o preço dos ativos, já que grande parte do resultado de ontem foi provocado por reflexos de mercados internacionais e da alta da taxa básica de juros - Selic. Porém, não há nenhuma garantia que o temor de uma recessão mundial e de um agravamento da situação econômica na Argentina - fatores que têm forte impacto nos mercados brasileiros - possam voltar a dominar os negócios.O dólar abriu em baixa, mas voltou a ensaiar uma tendência de alta. Há pouco estava cotado a R$ 2,1640 na ponta de venda dos negócios - alta de 0,05% em relação às últimas operações de ontem. Já os contratos de juros de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - começam o dia pagando juros de 21,300% ao ano, frente a 21,000% ao ano registrados ontem. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registra alta de 1,15%. A primeira notícia do dia vem da Argentina. A Câmara aprovou 10 dos 13 artigos propostos pelo ministro da Economia Domingo Cavallo. Os artigos que não foram aprovados previam poderes especiais ao ministro, mas estes poderes ainda serão avaliados até a próxima quarta-feira. Cavallo reuniu-se nessa manhã com ministros brasileiros, entre eles o da Fazenda, Pedro Malan.

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