Coluna

Thiago de Aragão: China traça 6 estratégias para pós-covid que afetam EUA e Brasil

Mercados: investidores mantêm-se inseguros

Sem corrida aos bancos para saques e com o apoio de aproximadamente 70% da população, o ministro da Economia da Argentina, Domingo Cavallo, falou nesta manhã aos investidores e analistas com o objetivo de acalmá-los em relação às novas medidas econômicas. No Brasil, as declarações não foram suficientes e o dólar continuou em alta. Há pouco, estava cotado a R$ 2,4640 na ponta de venda dos negócios - alta de 0,49% em relação aos últimos negócios de ontem e chegou novamente ao recorde de R$ 2,4750 (veja mais informações sobre o mercado financeiro no link abaixo). A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) apresenta alta de 0,52%. No mercado de juros, os contratos de DI a termo - que indicam a taxa prefixada para títulos com período de um ano - pagam juros de 23,050% ao ano, frente a 23,000% ao ano ontem. Os analistas esperam por uma elevação na taxa básica de juros (Selic), que deve ser anunciada amanhã com o término da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), mas não há consenso sobre a magnitude desta alta.O índice Merval da Bolsa de Valores de Buenos Aires está em queda de 4,05%. Nos Estados Unidos, o Dow Jones - índice que mede a variação das ações mais negociadas na Bolsa de Nova York - opera com queda de 0,03%, e a Nasdaq - bolsa que negocia ações de empresas de alta tecnologia e informática em Nova York - registra alta de 0,99%.InvestimentosNão deixe de ver no link abaixo as dicas de investimento, com as recomendações das principais instituições financeiras, incluindo indicações de carteira para as suas aplicações, de acordo com o perfil do investidor e prazo da aplicação. Confira ainda a tabela resumo financeiro com os principais dados do mercado.

Agencia Estado,

19 de junho de 2001 | 15h07

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