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Mercados: juros menores nos EUA e no Brasil

Os investidores continuam embalados pelo otimismo com os mercados brasileiros. O cenário econômico interno, com crescimento econômico, inflação em queda e disciplina nas contas públicas anima as previsões de queda nos juros. Especialmente porque crescem as expectativas de corte nos juros nos EUA.Nos dias 30 e 31, reúne-se o FED - banco central norte-americano. De acordo com a sua avaliação a respeito da desaceleração econômica nos Estados Unidos, pode promover uma redução dos juros básicos, atualmente em 6% ao ano. Teme-se que as taxas de crescimento econômico estejam se desacelerando em um ritmo muito acelerado, e, mesmo que tenham efeito somente no curto prazo, taxas de juros tenderiam a reduzir esse ritmo. Amanhã, o presidente do FED, Alan Greenspan, discursa no Senado norte-americano. Espera-se que ele dê indicações sobre a decisão do dia 30. No Brasil, os mercados só reagirão a uma eventual indicação de Greenspan na sexta-feira, por causa do feriado municipal em São Paulo. Mas, havendo um corte nos juros nos EUA, o que é esperado, um corte da Selic, a taxa básica referencial de juros brasileiros, segundo analistas, é quase certa. A queda ocorreria na próxima reunião mensal do Comitê de Política Monetária (Copom), dias 13 e 14 de fevereiro. O FED já realizou um corte nos juros básicos de 0,5 ponto porcentual em 3 de janeiro, e o Copom reduziu a Selic nas últimas duas reuniões: 0,75 ponto porcentual em dezembro e 0,5 ponto porcentual em janeiro.

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